Quais são as variáveis responsáveis pela boa ou má educação dos filhos? - Por que alguns pais podem considerar-se realizados como educadores e outros não? - é uma questão de sorte ou de competência?
Competência para educar filhos é uma habilidade que, apesar da boa vontade e intenção de muitas mães e pais, vem fazendo falta em algumas famílias. Alguns educam seus filhos seguindo os seus instintos e valores pessoais, na maioria das vezes tomam decisões sem segurança alguma e praticam de forma amadora o que "acham" certo e evitam o que "acham" errado para os filhos.

No entanto, apesar das intenções serem as melhores possíveis, as conseqüências desse método quase sempre são desastrosas e esses jovens começam a apresentar comportamentos anti sociais como agressividade, uso de drogas, desinteresse, inibição, dependência, obesidade, entre outros. Os pais ficam aturdidos, quase sempre indagando: aonde foi que eu errei? Por que ele está andando com más companhias? Será que está usando drogas? Por que ele não quer mais estudar? E essa agressividade toda de onde vem? Como impor limites agora?

Em PAIS COMPETENTES = FILHOS BRILHANTES (Os Maiores Erros dos Pais na Educação dos Filhos e Os Sete Princípios Fundamentais Para Prevenir Essas Falhas), Novo Século Editora, 5a edição revisada e ampliada, SP, 2008, o autor Caio Feijó aponta, na primeira parte, para os erros mais comuns dos pais e educadores, como por exemplo; super proteção, distorções na comunicação, a prática de punir comportamentos indesejados ao invés de recompensar comportamentos desejáveis, e a falta de afeto, entre outros.

Na segunda parte do livro, o autor oferece aos pais, opções para prevenir ou corrigir os comportamentos indesejados dos filhos, fundamentado na Psicologia do Comportamento Humano, e conclui apresentando os sete princípios fundamentais para a educação dos filhos, resultado de ampla pesquisa realizada com pais, professores e jovens estudantes do ensino fundamental e médio. Alguns deles: Informação/Comunicação, Referência Pessoal, Nível de Afeto, Atenção e Confiança, Estabelecimento de Limites.

Seguramente alguns pais não encontrarão neste livro o que gostariam de ver mas, indubitavelmente, encontrarão o que precisam ver.

* Caio Feijó é Psicólogo, professor universitário de Psicologia e mestre em Psicologia da Infância e da Adolescência pela UFPR. É pesquisador e possui ampla experiência em Psicologia Clinica no atendimento a famílias, em Psicologia Escolar e educacional e é especialista em DST/AIDS e Drogadição.

Apresenta neste livro, de forma simples, compacta e de fácil leitura e compreensão, um farto e rico material, resultado de toda essa experiência, na tentativa de que o leitor conclua que, capacitar-se para ser um bom pai ou boa mãe, é reflexo de maturidade, de responsabilidade, de evolução e competência para a fundamental e gratificante tarefa de preparar os filhos para a vida.

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